A ação é assinada pelos advogados Maristela Basso e Guilherme Dudus e tem mais de 700 páginas, com mensagens e fotos anexadas. O padre Bartolomeu é acusado de utilizar o espaço da Paróquia Monte Serrat, no Largo da Batata, em São Paulo, para organizar orgias gays, regadas a sexo, música e bebidas alcoólicas.
Siqueira diz ter sido violentado pelo padre nas dependências da casa paroquial. E acrescenta que também teria sido violentado na sede da Associação Cultural e Beneficente para o Bem-Estar do Idoso, que é ligada à Paróquia Monte Serrat e era presidida pelo padre.
“Já tentei me matar, fico vendo que nada é feito. Fui abusado, isso aconteceu comigo. As pessoas acham que é pelo dinheiro, mas eu quero que justiça seja feita”, disse Elissandro Siqueira. R7 (Foto: Reprodução/ Facebook)

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