A dona de casa, Rilzonete Amorim, mãe do comerciante, contou que Natã estava no Haras, quando quatro homens todos vestidos de preto e armados com pistola e arma grande de grossos calibres,se identificaram como policiais, algemaram levaram Amorim. De acordo com familiares, horas depois do sequestro, os suspeitos ligaram para família exigindo a quantia de R$ 100 mil reais pelo resgate. Porém familiares alegaram que não tinham o valor, mas eles forçaram que vendesse bens , casa, carro e motocicleta.
A esposa da vítima conseguiu vender alguns pertences e arrecadou R$ 22 mil reais, informaram aos sequestradores que não tinha como conseguir mais dinheiro. Eles aceitaram a quantia, pediram que não avisasse a polícia, marcaram para levar o resgate na BR 324, nas proximidades de um viaduto em Salvador, nas imediações do bairro de Águas Claras.
“No local marcado, um homem de moto chegou se apresentou como membro da quadrilha pegou a quantia e disse que minutos depois iria informar onde o comerciante estaria. Mas já se passaram 10 dias e não informaram mais nada, o telefone só dá caixa postal”, Relata Rilzonete. O sequestro seguido de desaparecimento do comerciante será investigado pelo Serviço de Investigação da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Feira de Santana e também com apoio do Draco de Salvador. Conectado News/ Foto: Arquivo Pessoal

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