O desembargador Antonio Carlos Villen, responsável pela autorização, alegou que o show já havia sido pago antecipadamente e que o cancelamento poderia “agravar eventuais danos ao Erário”. A controvérsia teve início quando o vereador de oposição Abidan Henrique (PSB) solicitou a suspensão do show, argumentando gastos excessivos em meio a uma situação de emergência na cidade devido a fortes chuvas.
A Prefeitura recorreu da decisão, mas teve seu pedido negado no sábado (17). O desembargador Eutálio Porto, que indeferiu o recurso, enfatizou a responsabilidade do prefeito e do município em exigir a devolução de qualquer valor repassado. Ele também apontou que a contratação do show violou as etapas regulares de empenho e liquidação de gastos públicos.
O contrato incluía não apenas o cachê do artista, mas também a organização e custos com a montagem, estrutura, sonorização e iluminação do evento, além de itens específicos para o camarim do cantor. Bahia.ba - Foto: Reprodução/ Instagram

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