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Morro do Chapéu: Advogado é preso em Salvador acusado de chefiar plantação de maconha

 Foto: Pedro Moraes / Ascom-PCBA

Um advogado foi preso nesta quinta-feira (21), no bairro Acupe de Brotas, em Salvador, acusado de ser o proprietário de uma fazenda usada para o cultivo de maconha e de integrar um esquema de tráfico de drogas em Morro do Chapéu, na Chapada Diamantina.

A prisão ocorreu após a Polícia Civil cumprir três mandados judiciais. O homem foi localizado em sua residência e encaminhado à Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter), onde segue custodiado à disposição da Justiça.

Na mesma operação, uma mulher de 60 anos foi presa preventivamente no centro de Morro do Chapéu, suspeita de ser arrendatária da propriedade rural usada no plantio. Já um homem de 28 anos foi detido por mandado de prisão temporária na Avenida Joel Modesto, também no município.

Durante as diligências, outro suspeito foi preso em flagrante por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito. Nas buscas, a polícia apreendeu armas, munições, notebook, celulares, balança de precisão, além de 43 porções de maconha, 42 de cocaína e dinheiro em espécie.

As ações foram coordenadas pela Delegacia Territorial (DT) de Morro do Chapéu, com apoio da 14ª Coorpin/Irecê, do Departamento de Polícia do Interior (Depin) e do Denarc.

Segundo a Polícia Civil, as prisões são resultado da continuidade das investigações iniciadas em abril, quando mais de 100 mil pés de maconha foram erradicados em uma plantação de difícil acesso na zona rural do município. Na ocasião, três pessoas foram presas em flagrante e cerca de 500 quilos da droga foram apreendidos.

Diligências posteriores localizaram novas áreas cultivadas pelo mesmo grupo criminoso, com a destruição de 80 mil pés de maconha no dia 5 de abril e mais 8 mil pés no dia 29 do mesmo mês.

De acordo com a delegada Natália Ferreira Bezerra, titular da DT de Morro do Chapéu, as prisões desta quinta-feira representam um avanço contra os líderes da organização criminosa.

“Na época, conseguimos prender apenas os trabalhadores flagrados no cultivo e incineramos as plantações. Agora, com os mandados expedidos pela Justiça, conseguimos chegar aos responsáveis por coordenar a atividade ilícita, incluindo o proprietário da fazenda e a pessoa suspeita de arrendar a terra”, destacou.

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