Autora de cinco obras literárias, Maria do Carmo participa do encontro levando a produção poética regional a um dos principais eventos literários da Bahia. Durante a FLICA, ela circula pelos espaços do evento apresentando e divulgando seus livros, sem ocupar um estande fixo, e compartilhando sua produção com leitores e visitantes.
Seus livros são “Retalhos de Vivências” (2017), “Recomendações Poéticas” (2021), “Leituras e Releituras” (2023), “Colheitas Ancestrais & Primaveras” (2024) e “Trilhas de Alforria”.
A escritora aborda em sua produção temas relacionados ao cotidiano, à natureza, às questões humanas e sociais, à identidade, à ancestralidade e à valorização da população negra. Além de poeta e escritora, é professora e colunista do Tribuna do Recôncavo.
A FLICA segue até domingo (8), em Cachoeira, no Recôncavo Baiano, com programação gratuita e atividades distribuídas em diferentes espaços, entre eles a Tenda Paraguaçu.
Com o tema “Como ser criativo com tanta IA por aí?”, a edição deste ano propõe reflexões sobre os impactos da inteligência artificial na sociedade, na educação, no mercado de trabalho e nos processos de criação artística.
Na Tenda Paraguaçu, a programação desta quinta-feira começou com a mesa “Penso, logo… IA: distopias à vista?”, que reuniu Nina da Hora e o professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Paulo Victor Purificação Melo, com mediação de Zulu Araújo.
A abertura também contou com homenagem a Dona Dalva do Samba, de 99 anos, referência do Samba de Roda Suerdieck, grupo fundado por ela na década de 1950.
A FLICA é realizada com apoio de instituições públicas e privadas, com produção da Schommer Produções.
Com informações da organização da FLICA e do arquivo do Tribuna do Recôncavo. Texto adaptado pela redação do Tribuna do Recôncavo/ Foto: Divulgação

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