A nova lei cria o Programa Nacional de Recuperação da Vegetação da Caatinga, que prevê a participação de comunidades locais nas ações de restauração ambiental, além da capacitação de trabalhadores para atuar em atividades sustentáveis. Entre os objetivos estão a recuperação de áreas desmatadas, o fortalecimento da produção sustentável de alimentos, o aumento da segurança hídrica e o incentivo à bioeconomia e ao manejo florestal sustentável.
Único bioma exclusivamente brasileiro, a Caatinga ocupa cerca de 11% do território nacional e enfrenta desafios relacionados às mudanças climáticas, como secas prolongadas e processos de desertificação. Segundo estudo do Instituto Escolhas, a recuperação de áreas degradadas no Nordeste poderá gerar empregos, ampliar a produção agrícola e contribuir para a redução da emissão de carbono na atmosfera.
Da Redação do Tribuna do Recôncavo, com informações do Instituto Escolhas/ Imagem de Cristiano Cardoso por Pixabay

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